Existe por aí uma geração de fãs de Harry Potter. A autora J. K. Rowling conseguiu nos presentear com um mundo mágico que preencheu nossa infância e adolescência.
Só que esse público já cresceu e teve seus filhos. E nada melhor do que apresentar esse mundo mágico às novas gerações, aproveitando pra continuar se divertindo bastante.
Tiffany Petzoldt, uma mãe do Colorado, fez uma recepção mágica para o seu quarto filho. Ela e seu marido transformaram o quarto do bebê num portal para o mundo bruxo
As últimas palavras de Alvo Dumbledore estão escritas na parede
“Porque nos sonhos, entramos num mundo inteiramente nosso. Deixe que mergulhe no mais profundo oceano,ou flutue na mais alta nuvem”
Hagrid vai vigiar o pequeno bruxo em seu descanso
Vários bruxos famosos foram homenageados com quadros nas paredes
Até Edwiges e Canino estão prontos para receber o bebê
O próprio Harry está num pôster atrás da porta
“Minha filha é uma grande fã de Frozen e costumava colecionar tudo do filme. Mas aí ela começou a se interessar por Harry Potter. Agora, nós temos uma coleção de varinhas mágicas, poções, bolas de quadribol, ampulheta de Slughorn, e O Livro Monstruoso dos Monstros”, contou Tiffany
Também não faltam as notícias do Profeta Diário
E como todo estudante de Hogwarts, não pode faltar o uniforme
Para entrar no quarto, basta passar pela Plataforma 9¾
Qual será a futura casa desse bruxinho?
Gente, nem o Harry Potter tinha um quarto tão legal assim! *-*
Com diferentes formatos e espécies de plantas, escolha um jardim vertical para o seu lar. Mesmo com pouco espaço, confira as dicas para um cantinho verde em casa.
1. O cantinho entre a cozinha do escritório e a sala de reuniões da paisagista Caterina Poli ganhou jardim vertical com samambaias e barbas-de-serpente intercaladas. Nas laterais, ladrilhos hidráulicos da Ladrilar, à esquerda, palmeira fênix com aspargos-pluma na base, e à direita, folhagem íris.
2. O jardim vertical da By Floor tem status de obra de arte nesta sala de estar projetada pelo arquiteto Duda Porto. Mesa de centro de pequi, garimpada em Minas Gerais, sobre o tapete Patchwork Reloaded, da Casa Julio. Seta e lanternas da By Floor. Poltrona Gioconda, revestida de lona de caminhão, e sofá de couro desgastado, da Vivence Interiores.
3. Em um painel de madeira pínus de reflorestamento foi instalado nesta varanda um jardim vertical com diversas espécies de plantas. O projeto foi feito pelo paisagista Roberto Riscala.
4. Os publicitários André Eyer e Beatriz Molinari criaram juntos o jardim suspensocom plantas dispostas em painéis de fibra de coco. Ao lado da churrasqueira, a mesa de madeira da Tok & Stok é usada pelo casal de moradores para reunir família e amigos.
5. Nesta varandinha, a churrasqueira foi transformada em jardim vertical. A tela metálica, os suportes e vasos foram comprados na Shop Garden. Vasos de cerâmica que imitam papelão da Oppa. Apartamento da designer de interiores Melina Romano e seu marido Victor.
6. Neste amplo quintal, a parede próxima à churrasqueira recebeu jardim suspenso com peperômias e samambaias. Ao lado, jardineiras com falso-íris, jabuticabeira e grama-amendoim.
7. Varandinha com jardim suspenso feito pelo paisagista Odilon Claro, da Anni Verdi, com caixas de aço galvanizado e vasos de cerâmica. Entre as espécies escolhidas, estão samambaias, peperômias e, próximo à janela, pata-de-elefante. A parede e o piso foram revestidos com madeira de demolição.
8. Um jardim completo com jabuticabeira e horta era o sonhos dos moradores. O desafio: arranjar espaço para tudo em 40 m². O paisagista Gilberto Elkis conseguiu criar um verdadeiro paraíso verde, em que um painel tropical dá profundidade ao espaço.
9. Para trazer um clima tropical para esta varanda, a pia da churrasqueira foi transformada em um jardim vertical de blocos de cerâmica, da Green Wall Ceramic. “Usei bromélias, samambaias, columeias e asplênios”, diz a paisagista Juliana Freitas. O projeto conta com sistema de irrigação automática.
10. Os proprietários queriam um espaço com muitas plantas, mas os 10 m² eram pouco para a paisagista Susana Udler. A solução foi explorar as paredes. Para esconder as vigas de concreto, ela usou placas de fibra de coco recheadas de ripsális.
11. Longas e delgadas, as palmeiras carpentárias dão ênfase à altura do jardim vertical, feito com malha Geoweb, da Bidim. Do lado esquerdo, helicônias e forração de xanadus. Projeto da paisagista Gabriella Ornaghi.
12. No espaço gourmet, os moradores fazem pizza e churrasco, mas faltava um jardim. A paisagista Bia Breu revestiu as paredes com plantas, que o casal avista da cama no andar de cima. “Queria a sensação de não estar na cidade”, diz o morador Fabiano Rodrigues Ribeiro. A parede recebeu faixas diagonais com columeias, samambaias e peperômias, pontuadas por orquídeas. Cadeiras e mesa de ferro da Liberal Marini, bowl da Benedixt.
13. Graças ao paredão de 27 x 2 m, ninguém nota a vizinhança. Só o que se veem são lambaris-roxos, russélias e clorofitos, criando um jogo de texturas e cor. O sistema de irrigação automatizada facilita a manutenção. Projeto do paisagista Gilberto Elkis.
14. A paisagista e arquiteta Claudia Diamant optou por usar columeias, trapoerabas, aspargos, samambaias e liríopes neste jardim vertical. As plantas são da Terra Orgânica. O muro lateral foi revestido com tijolo inglês Shiraz, da Palimanan. Rente a ele, moreias e murtas. Chaise com futons da Futon Company e espreguiçadeira da L’Oeil.
15. Na reforma, foi posta abaixo a edícula dos fundos, dando lugar a um jardim verticale chuveirão. Foi a solução da arquiteta Daniela Ruiz para trazer o verde e ainda assim preservar o espaço livre. Entre as espécies, há peperômias, lambaris e heras.
16. As palmeiras moinho-de-vento ficam em frente a um jardim vertical de samambaias. “Queria que o espaço fosse mais do que uma passagem. Coloquei dois bancos de madeira para criar uma área de contemplação”, conta a paisagista Ana Paula Magaldi.
17. Neste deque, a parede junto ganhou jardim vertical projetado pela empresa Jardim Imaginário, com irrigação automatizada. Peperômias, cipós-uva e columeias são algumas das espécies. Projeto da arquiteta Cyntia Issa e da designer de interiores Silvia Cavalcanti.
18. Blocos de concreto virados e pintados de roxo foram transformados neste belo jardim vertical. Espaço na casa de Stella e Darci Garçon, projetada pelas arquitetas Mariana Guardani e Mariana Andersen, sócias do escritório Casa 14 Arquitetura.
19. Acostumada a viver em casa, a moradora não abria mão de ter plantas na varanda. Mas o espaço também teria que acomodar móveis. A solução encontrada pela arquiteta Selma de Sá Moreira foi aproveitar o pé-direito duplo para criar um jardim vertical.
20. Na sala de estar do apê da designer de interiores Amanda Borges, o painel de madeira da Santíssima Fé ganhou um pequeno e charmoso jardim vertical, da Quadro Vivo.
21. No apartamento dos publicitários Thais Marin e Leo Macias, o jardim vertical ao fundo, assinado por David Zayas, integra a sala de banho. A reforma do imóvel foi feita por Tomás Zaidan e a decoração é de Ana Lívia Bruno.
22. A empresa de jardinagem Boobamboo instalou o jardim vertical para esconder a vista do prédio vizinho na cobertura. Para facilitar a manutenção, o muro verderecebeu pontos de irrigação automática.
23. Se você gosta de plantas, mas o apartamento não tem varanda, inspire-se no painel planejado pelo paisagista Gil Fialho, que funciona como um quadro verde na sala. Colocado entre as janelas, ele conta com sistema de drenagem e irrigação.
24. Para ganhar volume, as herbáceas peperômia e columeia e a trepadeira hera receberam a luz intensa com focos abertos dos spots. O painel vivo foi uma alternativa à falta de espaço no corredor de justos 2m de largura. Projeto da paisagista Elza Niero.
25. Para disfarçar a parede alaranjada pertencente à fachada do prédio, o escritório Wolff Paisagismo criou o painel metálico para as samambaias na varanda.
A argamassa de argila é um dos vários exemplos de materiais naturais que não só cumprem a mesma função dos artificiais, como também o fazem de maneira mais eficiente.
A função da argamassa em uma construção é a de assentar e colar os blocos ou então ser aplicada sobre a parede erguida para permitir que ela receba revestimentos diversos, como cerâmica ou pintura. Ela é feita, convencionalmente, na sua versão industrializada, por uma mistura de cimento, agregados (pedras), aditivos e água.
Na versão feita com argila, que é aquele barro moldável com o qual alguns de nós tiveram a chance de brincar durante a infância, ela entra no lugar do cimento em paredes internas para assentar os acabamentos, porém com um melhor desempenho termo acústico e também em relação à umidade dos ambientes. Em alguns casos, inclusive, a argila é usada especificamente como material isolante, o que mostra sua superioridade térmica em relação à alvenaria comum. (Ver também: “Tinta de Terra“)
Além disso, seu aspecto rústico e de cores variadas, dependendo do solo utilizado, pode ser deixado aparente, dispensando o uso de pintura ou outros revestimentos. Outra opção é usar o reboco feito também de argila, para deixar a parede mais lisa.
Seu apelo ecológico tem a ver com o desempenho térmico, que pode eventualmente dispensar o uso de equipamentos que gastem energia para otimizar a sensação térmica, e também com a inexistência de cimento em sua composição, que é um material que agride o meio-ambiente para ser produzido.